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Carazinho debate implantação de Escola Cívico-Militar

1 mês atrás

 

O município de Carazinho poderá implantar uma Escola Cívico-Militar. A sugestão é do vereador Ivomar de Andrade (Tomate) que indicou ao Executivo Municipal a realização de um estudo para que município integre o programa que está sendo proposto pelo Ministério da Educação (MEC).

O vereador defende que o modelo de instituição trabalha com o resgate da cidadania e o culto dos valores sociais, sem interferir no processo pedagógico e de ensino adotado pelas escolas, o que contribuiria, significantemente, com o sistema de ensino municipal. Segundo ele, a instituição poderia atender mais de 400 crianças em turno inverso o que é extremamente benéfico para a sociedade carazinhense, já que estas poderiam participar de diversas atividades educativas, esportivas e de formação de cidadão.

O vereador já se reuniu com o deputado Estadual Tenente Coronel Luciano Zucco, que está propondo a implantação do modelo no RS. Ele convidou Zucco para visitar Carazinho e se reunir com as lideranças locais para defender a proposta. O modelo já divide opiniões, sendo que alguns vereadores carazinhenses, já demonstraram seu posicionamento contrário. Como é uma indicação do vereador cabe ao Executivo analisar a proposta e discutir a viabilidade da implementação.

 

Escolas Cívico-Militares

No início do ano, governo federal assinou o decreto nº 9.465 aprovando uma nova estrutura organizacional do MEC e criando a Subsecretaria de Fomento às Escolas Cívico-Militares (Secim). O objetivo desta é o de implementar e fortalecer, junto às redes de ensino públicas, novos modelos de gestão de alto nível. Diferente dos Colégios Militares, o modelo cívico-militar busca fazer uma gestão compartilhada entre a Secretaria de Educação e a de Segurança Pública. Segundo o MEC, a ideia é implantar 108 unidades em todos os Estados até 2023, sendo que há alguns requisitos para aderir, como por exemplo, baixo desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e localização em áreas de alta vulnerabilidade social. O Rio Grande do Sul já manifestou interesse em receber o projeto, tanto que recebeu a informação do subsecretário de Políticas para Escolas Cívico-Militares do MEC, coronel Aroldo Cursino, a intensão de instalar pelo menos duas escolas piloto já em 2020 no Estado.

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